Qual a diferença entre o Rabbiit e o controle de ponto

Controle de ponto e gestão de horas medem tempo. A pergunta que cada um responde é outra. O ponto pergunta quando a pessoa esteve disponível. O Rabbiit pergunta em que o tempo foi gasto.

Um não substitui o outro. O ponto existe para jornada, conformidade e folha. O Rabbiit existe para projeto, tarefa, atividade e faturamento. Muitas contas usam os dois — e o Rabbiit se integra com o software de ponto justamente por isso.

O que o controle de ponto resolve

Timesheet: o tempo entra em projeto e tarefa, não como pontoTimesheet: o tempo entra em projeto e tarefa, não como ponto O software de ponto é feito para a jornada. Ele registra entrada, saída, intervalo e, quando a conta usa, hora extra e adicional noturno.

Serve para:

  • bater o ponto no início e no fim do expediente;
  • cumprir a regra trabalhista e o acordo da empresa;
  • alimentar a folha com o total do dia (falta, atraso, extra);
  • guardar o histórico legal de presença.

Isso é o trabalho dele. Não é “menos completo” do que um sistema de horas — é outra frente. Pedir ao ponto que diga quanto foi Consultoria no cliente X é cobrá-lo do que ele não foi desenhado para fazer.

O que o Rabbiit resolve

O Rabbiit é gestão de horas: o tempo já trabalhado, classificado.

Serve para:

  • apontar em projeto e tarefa (o tipo de trabalho: Consultoria, Desenvolvimento);
  • organizar o entregável em atividade (o card daquele projeto);
  • fechar o período em relatório — horas, cobrável, faturado;
  • conferir a capacidade (o que se esperava no dia versus o que foi lançado).

O ponto sabe que a pessoa fez 8 horas na terça. O Rabbiit sabe que dessas 8, 5 foram no projeto A e 3 no projeto B — e se isso se cobra do cliente.

Por que os dois trabalham juntos

A jornada e o apontamento do dia deveriam bater, mas não nascem no mesmo lugar.

  • O RH e o DP precisam do ponto: a pessoa estava lá, o intervalo existiu, a extra está na regra.
  • O gestor e o financeiro precisam do Rabbiit: o cliente, a tarefa, o orçamento, a margem.

Sem o ponto, a folha fica cega. Sem o Rabbiit, o dia vira um bloco único — “8 horas” — sem dizer em quê. Os dois sistemas se completam: um fecha a presença, o outro fecha o trabalho.

O benefício de manter os dois é exatamente esse recorte. O ponto continua sendo a fonte da jornada. O Rabbiit continua sendo a fonte do apontamento. Ninguém precisa forçar o ponto a virar timesheet, nem o Rabbiit a virar relógio de ponto.

A integração com o ponto

O Rabbiit importa o total do dia que o software de ponto já registrou. No menu: Gerenciar > Integração com ponto (quem é superusuário ou administrador).

Lá você:

  • Configura a integração com o ponto da conta;
  • Sincroniza para trazer os totais do período;
  • abre o Relatório total de divergências por usuário — dias em que o apontamento e o ponto não fecham o mesmo número.

No relatório diário a coluna do ponto aparece ao lado das horas lançadas. A célula marca divergência quando os dois totais não batem: apontou 6 h e o ponto trouxe 8 h, ou o contrário.

Algumas contas usam o total importado como teto do dia: o Rabbiit não deixa o apontamento passar do que veio do ponto. A mensagem do sistema é essa — o total diário não deve ser maior que as horas importadas via ponto.

A integração não transforma o Rabbiit em ponto. Ela aproxima as duas frentes: a jornada que o RH já confia e o apontamento que o projeto precisa. Quem configura o ponto no outro sistema continua configurando lá. O Rabbiit só lê o resultado e deixa comparar.

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