A lista de registros é boa para um lançamento de cada vez. Péssima para responder “como está a minha semana?” ou “faltou terça neste projeto?”. Quem apontava no Rabbiit vivia pulando de um registro ao outro — ou voltava para a planilha só para ver o quadro.

A timesheet da semana e do dia existe para esse quadro: lançar e revisar o período no mesmo lugar, sem montar a semana de memória.

O problema de só ter a lista

A lista pergunta “qual foi o último lançamento?”. O fechamento pergunta outra coisa: “esta semana está completa?”.

Na lista, um buraco de terça some no meio de vinte linhas. Um total de 6 horas num dia parece normal até você lembrar que o combinado era 8. Duplicar um apontamento parecido pedia preencher tudo de novo.

O gestor sofria o outro lado: para achar o furo da pessoa, abria registro por registro. A conversa de sexta virava “me manda o print da sua aba”.

Duas visões, o mesmo período

Não são duas ferramentas. São dois jeitos de olhar o mesmo recorte.

Semana — grade: projetos nas linhas, dias nas colunas, totais na borda. É o mapa. Serve para o ritual de sexta (ou do dia de corte): “esta semana está redonda?”. É daqui que o colaborador envia a semana para aprovação, quando a conta usa o fluxo.

Dia — cada apontamento daquela data, com o total no topo. Serve quando o gestor pergunta “o que foi essa terça?” ou quando você precisa corrigir um lançamento sem mexer no resto da semana.

Trocar de Semana para Dia não perde a data. O caminho é Controle de horas > Timesheet. O passo a passo está em timesheet da semana e do dia.

Para um único lançamento no projeto, o cronômetro ou o formulário continua. A timesheet não substitui o play: ela organiza o que já foi (ou vai ser) lançado no período.

Timesheet na visão SemanaTimesheet na visão Semana

Quem usa cada visão no dia a dia

O colaborador usa a Semana para o ritual: completar a grade, ver o que ficou vazio, enviar. Usa o Dia quando o trabalho mudou de cara no meio da terça — reunião de manhã, execução à tarde — e o total na célula não conta a história.

O gestor olha a semana da pessoa para achar buraco antes de aprovar. No dia, confere se um total estranho é um lançamento só ou vários empilhados.

O administrador aponta o time para Controle de horas > Timesheet como caminho padrão de fechamento, em vez de cada um viver só na aba do projeto. A lista de registros continua existindo. Ela deixa de ser o único mapa da semana.

O que muda no uso da sexta

Antes: abrir a lista, somar de cabeça, achar o buraco, voltar ao projeto, lançar, voltar à lista.

Depois: a grade mostra o buraco. Você lança na célula. Duplica o que se repete. O total do dia, no modo Dia, atualiza na hora — sem F5.

Nomes longos de projeto não estouram mais a grade. A lista vazia diz o próximo clique, em vez de um vazio genérico.

Quem aprova olha a semana da pessoa no mesmo formato em que ela lançou. Menos “me explica essa terça” sem contexto.

O que isso abre

A timesheet vira o ritual de fechamento, não um relatório à parte. Lançar, revisar, enviar — no mesmo menu.

Junto com o hub de Controle de horas (junho de 2026) e a aprovação (agosto), o caminho do colaborador fica curto: preencher a grade, mandar a semana, ver o status. O histórico das features está nas Novidades.

Se a sua sexta ainda é soma na lista, vale ver a grade no Rabbiit em rabbiit.com.