Em muitos times a “aprovação” da semana acontecia no WhatsApp, no e-mail ou numa aba extra da planilha. O colaborador escrevia “já lancei”. O gestor respondia “ok” — ou não respondia. No dia de faturar, alguém descobria um furo, uma hora no projeto errado, uma terça vazia. Não havia trilha de quem recusou, nem um jeito claro de reenviar.
Foi essa cena que motivou a aprovação de horas no Rabbiit: um fluxo no próprio timesheet, com status visível para os dois lados.
O problema de aprovar fora do sistema
Aprovar no chat é barato no começo. Todo mundo já está no grupo. O custo aparece depois.
Sem um lugar único, cada um tem a sua versão do fechamento. O colaborador acha que enviou. O gestor acha que ainda falta gente. O financeiro cobra um relatório que ninguém consegue defender porque o “ok” ficou numa conversa de três semanas atrás.
Recusar também vira constrangimento. Em vez de um comentário na semana — “faltou a quarta no cliente X” — a conversa vira mensagem privada, tom ambíguo, retrabalho sem registro. Na semana seguinte, o mesmo furo volta.
Quem já tentou “aprovar” em planilha conhece o outro lado: a planilha não trava o período. Dá para editar depois do ok. O número que foi para o cliente deixa de ser o número que está no arquivo.
Por que isso é difícil de resolver no braço
O fechamento mistura três ritmos: quem lança no dia, quem revisa na sexta e quem fatura no mês. Cobrança informal só alcança o primeiro. O segundo vira policial. O terceiro herda o residual.
Lembrete no grupo resolve uma semana. Não resolve o hábito. E não deixa histórico de que o time foi avisado.
A gente quis um fluxo que o colaborador e o gestor usem toda semana, não um módulo que só o administrador configura e esquece.
O que foi construído
No plano Ultimate, o administrador liga o fluxo de aprovação: quem envia, até quando, se a semana sobe sozinha no prazo e quais e-mails cobram envio ou fila parada.
O colaborador revisa a grade e envia a semana. Enquanto a semana está em aprovação ou aprovada, aqueles dias não se editam. Isso é o que a planilha não fazia: o ok passa a ter consequência.
O gestor aprova ou recusa com comentário visível. Dá para fechar a semana inteira de uma vez — sem ir projeto a projeto — e desfazer um envio ou uma aprovação feita por engano, sem chamado de suporte.
Se a semana volta, o colaborador sabe o que corrigir. O passo está em a semana foi recusada — o que fazer.
Os lembretes de timesheet entram no mesmo desenho: atraso, prazo da semana, aprovação pendente. O gestor para de ser o WhatsApp da empresa. O aviso fica no histórico.
Timesheet da semana com envio para aprovação
Antes e depois no uso semanal
Antes: sexta à tarde no grupo, “manda o print”, “já tá na planilha?”, um ok que ninguém acha depois, e o financeiro faturando no escuro.
Depois: o colaborador vê o mesmo status que o gestor. A fila anda em minutos quando a semana está redonda. Um clique em falso se desfaz. Recusa vira correção, não conversa paralela.
Folha, comissão e fatura passam a partir de horas com trilha — não de memória.
O que isso abre
Com aprovação no timesheet, o fechamento deixa de ser um favor. Vira ritual: lançar, revisar a grade, enviar, validar.
Você ganha conversa mais curta com o cliente (“essas horas já passaram pelo gestor”), menos buraco no relatório e um registro de que o time foi cobrado no prazo — sem transformar o líder em cobrador.
O detalhe do lançamento está nas Novidades de 2026. O passo a passo de cada papel está na central de ajuda.
Se o seu fechamento ainda mora no chat, vale ver o fluxo no Rabbiit em rabbiit.com.